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Blog jornalístico editado e postado no Rio Grande do Norte (Brasil)

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Jornalista, atuando profissionalmente há mais de 21 anos, com experiência em jornal impresso, TV, revista, rádio, webjornalismo e mídias alternativas, além de assessorias político-empresariais. CONTATOS: herzogcarlos@gmail.com

domingo, maio 28, 2006

SÓ RINDO

Este Blog publica a partir de hoje, com a proposta de ser efetivo dominicalmente, casos do nosso folclore político, mostrando a vida – nem sempre fácil – de personagens reais desse universo. Essa seção nasceu há quase 10 anos, quando tínhamos o jornal via faz “”Herzog Press”, passando depois ao corpo do Jornal de Fato. Também figurou na Gazeta do Oeste e por último no extinto saite www.herzognotícias.com.br e semanário Página Certa.
O material editado a princípio sem maior pretensão, terminou se transformando num manancial considerável de histórias hilariantes, a ponto de ganhar formato novo, numa compilação em livro. Nasceu daí o “Só rindo, a política do bom humor, do palanque aos bastidores”, publicado em 2002 com tiragem esgotada.
Neste Blog retomamos o caminho, veiculando novos casos. Hoje, resgatamos uma situação vivida pelo ex-senador, ex-governador e ex-deputado federal Lavoisier Maia.
Ah, meu caro webleitor, se você conhece fatos que se enquadrem nesse tipo de narrativa, faça contato conosco, para tentarmos documentá-los.
Divirta-se e bom domingo!

Tortura diocesana

Convidado especial para evento comemorativo do centenário do Colégio Diocesano Santa Luzia em Mossoró, o ex-governador Lavoisier Maia boceja, mas segura o sono e a impaciência ante a série de discursos.
Quando o professor João Batista Cascudo Rodrigues inicia relato sobre a história do Diocesano, Lavoisier quase capitula. O hábito de oratórias de longo curso, lavra de Cascudo, se confirma. “Ele ainda está em 1927. Até chegar aos 100 anos...” angustia-se.
Terminado o discurso de Cascudo, um balé de alunos do colégio desliza no local, entremeado pelo Estatutos do Homem, do poeta Thiago de Melo. Os artigos vão sendo reproduzidos, com pausas e o serpentear de bailarinos e bailarinas.
Virando-se para o lado, Lavoisier cochicha: “Diga-me uma coisa, esse estatuto tem quantos artigos?
- São 100, governador” - exagera o interlocutor.
- Ah, meu Deus, querem me matar!

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