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segunda-feira, dezembro 11, 2006

COLUNA DO HERZOG (Primeira Edição)

A coerência de Henrique Alves

A crise que pipocou bem no epicentro de comando do PMDB do RN precisa ser melhor esclarecida. O deputado federal Henrique Alves (PMDB) foi injustamente atacado por aliados, na defesa que faz de alinhamento do partido com o governo do presidente Lula.

A posição de Henrique não é nova. Não se trata de uma postura de ocasião, pós-eleições 2006, quando seu primo e senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) saiu derrotado das urnas.

Na própria campanha eleitoral, coube a Henrique articular e conseguir êxito numa operação que poucos tiveram conhecimento. Houve um rol de boatos, tentativas de adivinhação, mas o certo é que a interveniência de Henrique, usando a influência do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), freou a presença de Lula em um dos dois comícios acertados para o primeiro turno. O de Mossoró foi descartado a pedido de Renan.

O peemedebismo tinha pesquisa qualitativas em mãos indicando que Lula poderia contribuir sobremodo para uma vitória dupla do wilmismo, tanto ao governo como ao Senado.

Na prática, o que se viu, foi Garibaldi derrotado ao governo e a ex-prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PFL), apoiada pelo pemedebismo, vencendo a corrida ao Senado por filigranas. Foram pouco mais de 11 mil votos de maioria.

Quem levantou a voz contra Henrique, está sendo precipitado. Há um choque de pensamento entre Henrique e Garibaldi, plenamente superável. O primeiro na defesa do apoio a Lula e o segundo sendo dissidente. Contudo, daí a se apostar num racha e nascimento de algum subgrupo, é exagerar nas especulações.

Os primos sabem que se completam politicamente, cada um com suas características e naturais idiossincrasias.

PRIMEIRA PÁGINA

COMPROMISSO – Depois de receber o título de cidadania mossoroense na sexta, 8, no Hotel Thermas, o presidente da Federação das Indústrias do RN (FIERN), Flávio Azevedo, confessou entre amigos: "Agora minha responsabilidade com Mossoró aumentou mais ainda". Ele e o também empresário e dirigente da Fiern, Amaro Sales, foram agraciados com o título concedido pela Câmara de Vereadores.

RUMO – Vereadores mossoroenses como Daniel Gomes (sem partido), Sargento Osnildo (PSL), Claudionor dos Santos (PDT), Benjamim Machado (sem partido) e Aluízio Feitosa (PDT) estão estudando o cenário partidário. Até setembro de 2007 precisarão tomar um rumo, com vistas às eleições de 2008. "Eu estou avaliando tudo, ouvindo amigos e com a derrubada da cláusula de barreira, há outro componente para ser visto", comenta com o Blog o vereador Osnildo.

RESPEITO – Com seu jeito loquaz, o prefeito de Natal - Carlos Eduardo Alves (PSB) - está se fazendo ouvir. Hoje pela manhã, em dois tempos, ficou claro que não aceitará ser atropelado à sua própria sucessão em 2008. Na InterTV Cabugi comentou sinteticamente a "rasteira" que levou do wilmismo, para não presidir a Femurn. No lançamento do Parque da Cidade, com a governadora Wilma de Faria (PSB) presente, estava lépido e fagueiro. Carlos prepara um rush de obras marcantes, que certamente vão projetar sobremodo sua força.

MINISTRO – O presidente Lula pediu ao PMDB a formulação de uma lista tríplice para indicação a postos ministeriais. O deputado federal Henrique Alves está no rol de nomes. Lula quer ter em mãos opções para fazer sua própria escolha.

GERAL

- Impecável o ambiente de eventos criado pelo empresário Rútilo Coelho e apresentada à imprensa em Mossoró no sábado à noite. A área abrigará sua primeira festa no reveillon deste ano, prometendo ser um sucesso instantâneo. O endereço é na Avenida Presidente Dutra, espaço do Hotel Villa Oeste.
- Foi literalmente abafado o escândalo envolvendo graduado colunista social da imprensa potiguar, flagrado pela polícia num "boquete" explícito e empolgado, em pleno Carnatal. A cena esdrúxula ainda rendeu pancadaria, mas entre mortos e feridos escaparam todos. Inclusive o jovem que ´conectava-se` ao colunista.
- O professor Walter Fonseca, diretor do vespertino Correio da Tarde, respira aliviado após alguns dias tenso. Seus pais estiveram durante alguns dias internados com complicações de saúde, mas já estão em casa e bem.
- Obrigado à leitura deste Blog à jornalista Jô Lopes (Fiern), engenheiro Otávio Bernardino e professor Marcelo Roberto (UNP).

SÓ PRA CONTRARIAR

Quem aposta num racha entre Henrique e Garibaldi Filho?

1 Comentários:

Anonymous Alessandro Oliveira disse...

Carlos Santos,

Eu já ouvi mil e uma versões sobre essa história do colunista.

Mas então para que servem os Motéis? Isso é dá os jornais não contratarem os colunistas sociais. Eles ficam pobres e não tem dinheiro para ir cupular em lugares restritos.

Abraços.

10:00 PM  

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